Mesmo Nada COOL

Como se pode ver claramente pelas imagens, a Super Bock resolveu patrocinar este espectáculo sádico, de crueldade contra animais.

super bock tortura

super bock tortura

Contactem a Super Bock através do email info@superbock.pt e expliquem porque é que a tortura de animais não é nada cool.

A tourada ocorreu no passado dia 17 do corrente mês, na praça de touros de Almeirim.

[Via ANIMAL]

25 Responses to “Mesmo Nada COOL”

  1. Liliana Says:

    É vergonhoso, é mesmo vergonhoso!!!

    Este site está espectacular, espero que continuem assim… a demonstrar o nojo que as touradas são.

  2. Sofia Gonçalves Says:

    É para já. Mais uma marca que se alia á porcaria da tourada.

  3. barbara Says:

    olha vou te oferecer pelo natal um boi.. eu sou cavaleira juvenil.. eu sei o k e tar com um toiro e e do melhor… mas se perguntares a um toreiro se gosta do toiro ele nao te vai dizer que nao eu tenho familiares toreiros e eles gostam do toiro… tu nao comes carne de vaca ? eles asseguir a tourada se nao sabias eles levam um veterinario para cuidar do toiro..

  4. nuno Says:

    Olá Bárbara,

    Primeiro tenho que te dizer que escreveres dessa maneira não ajuda nada a transmitir uma mensagem, qualquer que ela seja.

    Obviamente não quero um boi.
    Os bois, como quase todos os animais, devem viver no seu habitat, com os da sua espécie, dentro de condições tidas como apropriadas.

    Mas és uma cavaleira daquelas que apenas montam a cavalo e gostam deles e de todos os outros animais e os respeita, ou daquelas cavaleiras que torturam os touros e os cavalos, obrigando-os a participar em touradas?

    Já percebi que é isso que alguns dos teus familiares fazem, mas isso não quer dizer que seja certo ou sequer justo.

    Gostar de algum animal não passa de maneira nenhuma por lhe causar dor e sofrimento para obter – segundo quem o faz – algum divertimento.

    Achas justo que alguém pegasse no teu cavalo (partindo do principio que gostas dele), lhe fizesse mal, como por exemplo o espetasse com ferros, e depois o levasse a um veterinário?

    De qualquer maneira, quase todos os touros, quando não são mortos na arena (outros países) são mortos em matadouros à mesma, depois de agonizarem durante horas e dias.

    E tu, qual escolherias?

    ps: não, não como animais e mesmo que comesse, não iria desejar que os fizessem sofrer. Qualquer animal que tenha de ser morto, deve sê-lo rapidamente e sem sofrimento.

  5. mariana Says:

    estas fotos de touradas patrocinadas pela super bock nao convencem ninguem. Podiam ter escolhido outras onde o touro nao esteja a avancar sobre os toureiros! Crueldade conta os animais, quais? Os homens ou o touro?
    Se se preocupam mesmo com os animais vao concertesa concordar que o numero de touros maltratados no mundo e insignificante comparados com o numero de galinhas e outras aves que todos se regalam a comprar no supermercado e a comer sem pensar duas vezes. Essas sim sao mal tratadas…

  6. rui Says:

    Mariana

    O número de mulheres que sofre violência doméstica ou mesmo o número de mulheres violadas na rua é insignificante comparado com os refugiados de guerra as crianças que passam fome na somália.
    Achas que é por isso que não nos devemos preocupar?

  7. amrio Says:

    Tem que acabar com isso mesmo. Tradição? Era tradição no japão matar baleia como se fosse mosquito… não justifica. E mais, quem fala que o toureiro e o touro tem chances iguais é porq nunca viu uma tourada, aquilo é mais um linchamento de 20 contra um. Se o espanhol é macho mesmo poe ele sozinho com o touro com duas facas de 20 cm, afinal dos dois só ele ta ali porque quer!

  8. Cícero Eduardo de Oliveira Says:

    Ignorancia é julgar as coisas e as pessoas, deixe cada um fazer o que acha bom, pois cada um dara conta de si.

  9. rui Says:

    Cícero

    Ignorância não é julgar, ignorância é não saber julgar.

    De qualquer forma, obrigado pela sua proposta de sistema político. Penso que foi tentado na idade da pedra e entretanto tem vindo a ser desenvolvido (sem grandes melhorias visíveis, admito, mas o que interessa é esforçarmo-nos sempre por melhorar).

  10. CVD Says:

    Francamente! Estes “so called” ecologistas que querem acabar com a raça brava impedindo e condenandoas touradas não percebem que a sua estúpida atitude é pior para a natureza do que deixar estar. E depois os seus lindos hábitos como furarem-se até mais não poder ser…fumar porcarias, e não tomar banho para mim são um atentatdo à saúde pública…mas disso ninguém pode falar… Os “verdes” (Deve ser da droga ou da sujidade) causam-me asco..sobretudo porque do alto da sua ignorânci e arrogância acham-se capazes de mandar no mundo, têm a mania que são melhores que os outros… enfim… é triste

  11. rui Says:

    Eu não me considero ecologista, não tenho furos, não fumo (apenas passivamente – por falar em atentados à saúde pública) e tomo banho. Mas quero acabar com as touradas, simplesmente porque não gosto de crueladades e injustiças. Isto é ser esquisito? É ser arrogante? É ser ignorante?

    Mas mesmo que fosse esquisito e sujo não podia lutar pela justiça?
    É que se deixarmos essa luta para os que se vestem bem, pelos vistos também não vamos longe, porque, aparentemente, esses nem conseguem perceber que espectáculos de diversão que se baseiam no sofrimento de animais não tem qualquer justificação moral.

    Assim, gostava apenas de dizer aos “so called” aficionados, que se se preocupassem mais com os valores morais que lhes faltam do que com a roupa que têm. E deixassem de pesar que “mais vale burro e bem-cheiroso que sujo e inteligente”.

  12. gustavo Says:

    Infelizmente tem pessoas neste mundo que preferem dar um carinho a um animal do que o dar a uma criança. Na minha opinião os animais devem ser protegidos de todas as barbaridades , mas não é com estas atitudes radicais e ignorantes destes pseudo defensores dos animais que estes objectivos serão alcançados. O toiro bravo é uma raça bem diferente das restantes raças de bovinos, dado que é impossivel a sua criação em regime fechado. È a unica raça que goza de uma vida prolongada dado que é criada em campo aberto junto da natureza e livre de engordas rápidas , facto este que lhe permite atingir o estado adulto apenas ao fim de 4 ou 5 anos de uma vida saudável e serena junto da natureza. No inverso a carne de bovino que nos chega ao prato todos os dias é fruto de um regime de engorda intensivo atraves de raçoes e antibioticos que permite que o animal atinja o seu estado de adulto artificial num prazo de apenas 18 meses , estando ao fim desse tempo pronto para abate após esse prazo de vida miserável acorrentado a uma manjedoura. A maioria destes pseudo defensores dos animais desconhece este facto além de quase todos não passarem de uns hipócritas que vão comer hamburgers ao macdonalds talvez com o argumento de que tal carne provenha de “minhocas” e não de bovino, argumento esse inadmissivel pois as tais “minhocas” tambem são seres vivos que carecem de proteçção. Como aficionado á festa brava nomeadamente ao toureio apeado reconheço que ainda existem por esse mundo fora certas práticas crueis e infames que nada têm a ver com a fiesta e que na minha humilde opinião deveriam ser banidas , tais como : incendiar os cornos do toiro em largadas , cravar lanças e outros objectos no toiro em largadas publicas como acontece no norte de espanha. O espectáculo dos toiros tem evoluido ao longo dos tempos e creio que nunca irá desaparecer , no máximo poderá ficar ao nivel do que é praticado actualmente no estado da califórnia em que o animal nem sequer é tocado e limita-se a perseguir o capote e muleta do toureiro já que o toiro bravo não necessita de ser picado para investir, é algo inato á sua raça. Será que se chegassemos a esse nivel estes pseudo defensores dos animais ainda chamariam o espectáculo de sanguinário? Eu creio que sim………….Acho que só sossegarão quando destruirem toda uma espécie e quando os campos que servem de pasto forem substituidos por plantaçoes de cannábis que tanto usam e defendem com uma ignorancia sem limites.

  13. rui Says:

    Gustavo

    Para quem chama ignorantes aos outros com tanto à vontade, esperava bastante menos ignorância, preconceitos e falta de raciocínio.

    Passo a expôr, em primeiro lugar, a lista de erros objectivos que cometeu:

    - chamar “pseudo-defensores dos animais”. Porquê “pseudo”?
    - Afirmar que os defensores dos animais desconhecem os “factos” que citou, acercada vida miserável dos animais de manjedoura.
    - Afirmar que esses defensores vão comer ao MacDonalds – Conhece-os?
    - Afirmar que agumentam com essa fantasia da carne de minhoca (os defensores dos animais podem ser chatos, mas não são burros)
    - Crer que se deixasse de haver sangue e tortura ainda chamaríamos ao espectáculo de sanguinário (volto a dizer que não somos burros)
    - Afirmar que somos adeptos e utilizadores de cannábis (Esse tipo de preconceitos é de um nível bastante primitivo, e não ajuda a uma discussão séria sobre o assunto – seria o mesmo que eu dizer que os aficionados são bêbedos adeptos de vinho tinto que vão pra casa bater nas mulheres para se divertirem, como já faziam os seus pais e os seus avós)

    De seguida passarei a expôr os erros subjectivos ou de argumentação que cometeu no seu texto

  14. rui Says:

    - Logo na sua primeira frase pretende sugerir que lá porque se dá carinho a um animal, deixa de se o dar a uma criança. Pensar assim, quanto a mim, é um erro. Temos carinho para todos os que o merecem.

    - Depois exprime a sua opinião, a de que todos os animais devem ser protegidos das barbaridades. Eu, obviamente, concordo consigo, como qualquer pessoa bem formada. E até acho bastante produtiva e construtiva a discussão acerca de como atingir esse objectivo. O Gustavo acha que não é com atitudes radicais (nem sei a que é que se refere – se é a ter um blog, ou a achar que deviam acabar as touradas) mas não dá a sua sugestão. Explique-me então, se puder, como é que acha que se pode impedir que uma quantidade enorme de touros seja sujeita anualmente a morrer depois de torturada e gozada numa arena (e depois de 5 anos santos de vida pacata – que não me parece que sejam suficientes para que nos achemos no direito de os matar como nos diverte mais).

    - Acusa-nos de não descansarmos enquanto não destruirmos toda uma espécie. Assim à primeira vista, não lhe parece caricato dizer isto? É que parece que quem mata os animais somos nós.

    - Por último, acho que usa muito livremente o termo hipócrita, quase sem reparar que o podia aplicar facilmente a quem diz que ama um animal mas não se importa de lhe cravar ferros no lombo e espadas nas costas.

  15. gustavo Says:

    Caro Rui

    Agradeço-lhe o facto de ter respondido á minha mensagem.Quando aos erros que diz que cometi eu não lhes chamaria erros mas sim verdades que não querem aceitar e que custam a digerir.
    Em primeiro lugar gostaria que soubesse que sou uma pessoa muito pouco preconceitosa pois sei estar e conviver com todo o tipo de pessoas, tenham elas o tipo de ideais que tenham desde que saibam ouvir e respeitar o próximo numa atitude de tolerância.
    Disse e volto a repetir que a grande maioria senão todos os pseudo defensores dos animais não têm o minimo conhecimento nem a sensibilidade para as causas que defendem, muitos limitam-se a ir ás manifestaçoes apenas porque é giro e chegam ao ponto de não saber distinguir a diferença entre um toiro bravo e um boi manso , portanto não sei de onde virá a ignorância ou os erros objectivos, se da sua ou da minha pessoa. Não é com o uso de palavras caras que vai convencer alguem.
    Eu apesar de não fazer parte de nenhuma associação de defesa animal sempre me bati por uma atitude de respeito para com estes, pois ainda me lembro de á 10 ou 15 anos ser perfeitamente normal ver cães a serem espancados em plena rua e várias vezes coloquei a minha integridade em risco por repudiar este tipo de barbaridades sem necessitar de ter 100 ou 200 elementos atrás de mim.
    Voltando ao tema central que são as corridas de toiros gostaria que soubesse que não tenho nem nunca tive o minimo prazer em ver “cravar ferros no lombo”, sou aficionado ao toureio apeado dito á espanhola em que o toureiro enfrenta um animal com perto de 600 kg com um “pano “designado de capote e outro de muleta. Nessa lide que considero de uma beleza única entre animal e homem nascem movimentos de grande nivel estético e artistico quase como se de uma dança entre toiro e toureiro se tratasse. È neste e apenas neste aspecto que reside a beleza do toureio que acredito que o rui ou por desconhecimento ou então por ignorância se recuse a aceita-lo.
    Infelizmente a maioria das imagens televisivas são anti-taurinas e raramente mostram este lado estético do toureio a pé limitando-se a mostrar o final das faenas com o objectivo de camuflar e manipular uma certa audiência que nunca assistiu ao vivo a um espéctáculo taurino.
    Portanto não defendo o uso de picadores , banderilhas ou morte na arena, para mim e volto a repetir a beleza do toureio está nas “faenas” de capote e de muleta que funcionam independentemente de haver ou não sangue já que o toiro bravo não investe por ser picado mas sim porque faz parte da sua natureza selvagem, e dai que mesmo que a corrida de toiros autentica ou á espanhola evolua num sentido de não haver sangue o espéctáculo resultará na mesma tal qual é feito actualmente no estado norte-americano da califórnia em que o animal entra no curro no mesmo estado que saiu ou seja : totalmente ileso.
    E agora lhe pergunto rui . se chegássemos a esse ponto será que ainda haveria argumento para haver manifestações anti-taurinas? Pois eu tenho a certeza que sim , que a vossa ignorância cega iria arranjar um novo argumento, talvez seria o dos animais não servirem para o divertimento dos homens tal como usam contra a realização dos circos. A diferença porem é que em alguns circos realmente os animais são mal tratados enquanto que o toiro bravo vive 4 anos de harmonia em campo aberto e com pouquissima interferencia do homem no seu habitat e quando o toiro chega á praça é tratado com respeito e admiração e não gozado como voce referiu com total desconhecimento do assunto. Muitas vezes as palmas são dirigidas ao toiro e por vezes este até chega a ser aplaudido de pé, agora o toiro ser vitima de chacota nunca assisti numa praça de toiros .Já tinha referido no meu comentário anterior que é preciso não confundir com o espéctáculo taurino certas barbaridades que são praticadas ( ex: perseguição do toiro em tordesilhas entre outros exemplos) e que nada tem a ver com este. É necessário separar o trigo do joio. Gostaria que tambem soubesse se acontecesse que as touradas fossem defenitivamente abulidas óbviamente que os toiros de raça brava não iriam desaparecer por completo mas creio que por volta de 99% do que existe actualmente iria desaparecer e iriamos encontrar os poucos exemplares que restassem num qualquer jardim zoológico ou então numa herdade financiada pela sua organização já que se trata de uma espécie selvagem que como lhe referi não é susceptivel de ser criada em regime fechado (manjedoura) e cuja carne não tem o sucesso comercial de outras espécies e que existe actualmente com a única finalidade de produzir toiros de lide.
    Por ultimo gostaria de deixar mais uma sugestão já que me acusou de não as ter deixado no meu anterior comentário. Qualquer animal que seja usado para consumo alimentar deveria ser criado em condições o mais próximas possiveis do seu habitat natural e abatido de uma maneira rápida e sem sofrimento, isto já para não falar das condições de transporte para o matadouro que actualmente são abomináveis.E tambem não serão as vossas dietas vegetarianas a solução para o fim do sofrimento dos animais, elas se usadas á escala mundial apenas levarão ao fim do consumo da carne animal mas o que acontecerá é que as próprias espécies deixando de ter uso irão quase que desaparecer até porque os campos de pasto serão impossiveis de manter ou como é que o Rui acha que será possivel alimentar tantas bocas humanas com uma dieta vegetariana sem monopolizar tudo o que é terreno agricola? Ou será que nunca pensou nesse aspecto negativo? Lembre-se que os animais de uma maneira ou de outra teram sempre que morrer pois é a lei da vida, embora seja preferivel uma morte rápida e indolor para consumo humano do que ve-los quase que desaparecer á custa das vossas teorias absurdas.

  16. Luis Araujo Says:

    é o seguinte, todas estas pessoas que perderam o seu tempo a deixar comentários para dizer que sao ecologistas, e defensores dos direitos dos animais, mas nao passam de “indignados” e fazem-no apenas para “ficar bem” e nao lutam verdadeiramente por esses direitos. se for preciso fazem comentários de 500 palavras muito bonitas, quando estão sentados no seu computador made in china, por crianças de 5 anos, mal nutridas e a receber comida em troca de trabalho. ou então estao a comentar isto vestidos com os seus sapatos de pele de crocodilo e casaco de outro tipo de pele de animal brutal e ferozmente morto para apenas ser um simples casaco. !

  17. David Vogdt Says:

    Caro Luis,
    concordo plenamente!!! estes bebes sabem é comentar os assuntos “nada cool” enquanto estão sentados atrás do seu made in China…porque é que não se metem em frente do estádio e organizam uma manifestação já que são tão amorosos e ambientalistas…eu sei porque meus amigos…homem que é homem bebe Super Bock e mata um touro durante a tarde só para se entreter!!! Sim meus caros, matar um touro pode ser cruel e violento…pode ser horrível e fazer o touro sofrer…mas quem é que gosta de ir ao youtube ver possoas a levarem com um carro ou ver hooligens andar a pancada??? ES TU!!! Tu e todos aqueles que passam horas e horas a fio atras do seu made in China sem fazer nada de jeito!!!

  18. rui Says:

    Luís

    Os meus sapatos não são de pele de crocodilo, por muito estranho que isso lhe pareça.
    Quanto a defender os animais por “ficar bem”, quer dizer o quê? Que sempre que alguém defende o que é justo e correcto é por essa razão? Ou diz isso só porque não tem mais argumentos? É que eu não lhe digo que vai às touradas só porque “parece bem”. Teria tanto direito a dizê-lo, como você. Parece-me é um argumento estúpido, porque não é a razão que nos leva a fazer as coisas que está em discussão. São as coisas em si. É ou não é correcto fazer Touradas? É ou não é correcto maltratar um animal por diversão? Este é o tema, por isso, por favor, centre-se nisso, com o seu computador.

  19. Luis Araujo Says:

    caro rui, em primeiro lugar, eu nunca lhe disse que era a favor das touradas, pois também não o sou.
    em segundo, faço-lhe uma pergunta de muito fácil resposta, tem algum artigo da Nike? adidas? algum tipo de marca multinacional ?

    pronto, onde quero chegar é que há muitos outros assuntos bem mais importantes do que a tourada, como por exemplo a exploraçao do trabalho infantil, e as más condições de trabalho. há que haver prioridades.

    e os restantes animais? não tem direito a ter defesa?

    e acho muito errado que fale dos patrocinadores, por exemplo super bock, não sei se conhece uma celebre frase que diz “no such thing as bad publicity” quer dizer, nao há nada como má publicidade, você acabou por fazer exactamente aquilo que a Super bock queria, divulgação da marca. e está a faze-lo muito bem, visto as visitas do blog, e sem receber nada em troca! Bom trabalho!

  20. rui Says:

    Luís
    Ainda bem que não é a favor das touradas.

    Em relação a todos os problemas de que fala, compreendo-os e concordo consigo. São graves e deve haver prioridades. Mas isso quer dizer o quê? Que eu só posso preocupar-me com os maus tratos a animais quando todas as crianças do mundo forem bem tratadas? Só posso preocupar-me com os assaltos quando já não houver homicídios?
    A mim parece-me que tenho o direito a lutar seja por que causa fôr, desde que esteja correcta, independentemente de haver outras que possam ser eventualmente mais importantes (porque até essa hierarquização pode ser bastante subjectiva).

    Portanto, sim, os restantes animais também merecem defesa. Mas eu resolvi lutar por estes. Porque acho injusto e incorrecto que se tome por normal e bem aceite fazer espectáculos à conta do sofrimento de um animal que não tem escolha. E que morre apenas por isso. Não morre para alimentar, não morre para aquecer, não morre para salvar. Morre para divertir.

  21. rui Says:

    Quanto à questão da Super bock e de outras marcas, paciência, se lhes faço publicidade. Não vou deixar de as criticar publicamente só para não mencionar os seus nomes.
    Acho decadente que haja pessoas, ainda hoje em dia, a promover e assistir a este tipo de “espectáculos”, mas o mundo avança muito lentamente e, como sempre, com uns à frente, e outros muito atrás.

  22. Beatriz Says:

    Considero, de certo modo, exagerada a maneira como falam neste blog sobre as touradas. No fim de cada corrida de toiros estes são levados ao veterinário e só no dia seguinte são abatidos, sou contra isto porque acho que só provoca sofrimento no animal e o animal deveria ser abatido logo no fim do espectáculo. Mas não sou contra as touradas, aliás sou uma aficcionada. A tourada portuguesa é, sem qualquer dúvida, muito melhor que a tourada espanhola (dessa não gosto e acho terrível). Os grupos de forcados não fazem mal algum aos toiros, é que não fazem mesmo, por isso não percebo o porque destas imagens com os forcados. Sou cavaleira e acho a tauromaquia uma arte espectacular. Deviam preocupar-se com outras coisas mais relevantes que a morte de toiros que são criados para a tourada!

  23. rui Says:

    Beatriz

    A tourada em Espanha é muito mais cruel. Também concordo.
    Mas não concordo que a nossa não o seja. Os touros sofrem. E isso, para mim, é suficiente para condenar quem se diverte à conta disso.
    Se a Beatriz gosta de animais, percebe seguramente que eu diga que obrigar um animal a sofrer para nos divertir é cruel. E criá-los para isso ainda é mais.

    Eu também acho que vocês se deviam preocupar com outras coisas mais relevantes, que não essa “arte espectacular”.

  24. AFICIONADO Says:

    ATRASADOS MENTAIS, DEIXEM A MOSTRAR O QUE AINDA HA DE BOM NESTE PAIS, ISTO É CULTURA E TRADIÇÃO PORTUGUESA

    COMPRIMENTOS AFICIONADOS

  25. rui Says:

    Caro aficionado

    Ninguém disse que isto não era cultura nem tradição portuguesa.
    E se isto for o que há de bom neste país, estamos mal.

    Cumprimentos é com “u”, ó atrasado mental.

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